P4 Estocasticidade ambiental e demográfica
Ecologia de Populações
Fontes: Stevens, M.H.H. (2009). A Primer of Ecology with R. Springer; Lande, R. (1993). Risks of population extinction from demographic and environmental stochasticity and random catastrophes. The American Naturalist 142:911–927.
1. Duas ideias, em linguagem simples
Até aqui, \(\lambda\) (ou \(r\)) era um número fixo. Na natureza, o acaso também importa. Duas fontes clássicas:
- Estocasticidade ambiental: o ambiente muda (chuva, temperatura, alimento) e “sorteia” a taxa \(\lambda\) a cada passo. Isso afeta populações grandes e pequenas.
- Estocasticidade demográfica: nascimentos e mortes acontecem indivíduo a indivíduo. O efeito relativo é maior quando \(N\) é pequeno.
2. Estocasticidade ambiental (versão simples)
A cada passo, sorteamos \(\lambda\) de uma distribuição Normal e evitamos valores \(\le 0\) (taxa inválida neste modelo).
Aumente lamb.sd para 0.4 e reexecute. As trajetórias devem ficar mais “espalhadas”.
3. Estocasticidade demográfica (versão simples)
Aqui cada indivíduo pode gerar um nascido ou morrer com certa probabilidade. Usamos rbinom e nunca deixamos \(N\) negativo.
Com \(N\) pequeno, alguma trajetória pode chegar a 0 (extinção local), mesmo quando a natalidade média é um pouco maior que a mortalidade.
4. Compare lado a lado
Nas anotações: em qual painel as curvas “tremem” mais? Em qual aparece extinção local com mais facilidade?
O que quebrou?
O sorteio de \(\lambda\) falha. Corrija.
Dica
rnorm precisa de n: rnorm(npop, mean = ..., sd = ...).
Fontes
- Stevens, M.H.H. (2009). A Primer of Ecology with R. Springer.
- Lande, R. (1993). The American Naturalist 142:911–927.
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